O roguelite tático Dog in the Machine saiu a 29 de setembro na Steam, com 20% de desconto até 13 de outubro.
Treinas um AutoDog, um cão-robô, para fugir de uma cidade-máquina distópica e reencontrar os humanos que foram exilados.
Os combates são por turnos, em grelhas pequenas cheias de passadeiras rolantes, botões, obstáculos explosivos e inimigos que reagem ao que fazes.
O trunfo é a pré-visualização em tempo real: vês exatamente como a sequência de ações se vai desenrolar antes de a confirmares, e podes testar, cancelar e repetir à vontade.
Se perderes, a culpa é da estratégia, não de um clique distraído.
Sobre o jogo
Depois de cada batalha, o AutoDog aprende um truque novo, e podes combinar dois truques para criar um terceiro, mais complexo, seguindo receitas ou inventando as tuas.
Entre combates, cruzas-te com personagens excêntricas que revelam a história da cidade e te deixam comprar, trocar, saquear, melhorar ou roubar truques.
Há oito raças de cão, níveis gerados proceduralmente e melhorias permanentes entre partidas.
É obra do Studio Chahut, equipa independente francesa, com edição da Goblinz Publishing (Legend of Keepers, Shogun Showdown). Não tem português: está em inglês, francês, alemão, japonês, coreano e chinês simplificado.
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A pré-visualização das jogadas tira a tensão aos jogos táticos ou é precisamente o que faltava ao género para te convencer?
